Alguém pode ler esse título e pensar que é um absurdo, em plena pandemia, estarmos pensando em festas. Temos muito no que pensar nesse período, mas, com certeza, entre as nossas maiores saudades da “vida normal” está a de se arrumar, sair de casa, encontrar os amigos e curtir um bom momento em uma festa ou evento, seja um casamento, uma comemoração…
Por conta da proibição de aglomerações, casamentos, formaturas e até encontros empresariais estão sendo cancelados ou adiados. Um desafio para quem investe no setor de festas e eventos, que fatura quase R$ 940 bilhões por ano e emprega 25 milhões de trabalhadores.
São empresas de lembranças, presentes, papelaria, locação de materiais, móveis, música, organização, foto, som, bebidas, comida, moda, acessórios e aluguel de espaços. Sem festas ou reuniões, está tudo parado e milhões de desempregados.
Porém, você que com certeza ainda sonha com o sua festa especial e comemoração inevitável, não perca tempo. O melhor momento para fechar seu evento está sendo agora. Os clientes que estão fechando os contratos nesse período de isolamento e Pandemia nas casas de eventos como a Casa Sion Festas, estão sendo presenteados com o Mobiliário de Alto Luxo, peças de decoração, boate completa com som e iluminação. Tudo isso de Graça! Economizando mais de 10 mil Reais.
“Nunca o cliente ganhou tantas bonificações. Estamos fechando vários contratos de pessoas que já viam pesquisando preço. O melhor momento para sua economia é fechar agora mesmo o contrato de sua futura festa. Quando o setor reabrir estará com datas acumuladas pelos adiamentos, sem datas disponíveis, valores diferenciados e com certeza menos bonificações do que agora no meio do Lock Down” diz Michel Abou Abdallah, empresário dono da Casa Sion Festas.
A moda para o ano que vem são as festas dos “15+1”ou até mesmo “15+2, destinadas a quem não pode celebrar durante a pandemia.
“Um momento difícil e passageiro, que pós pandemia teremos muito para comemorar a vida e os bons momentos que ela poderá nos proporcionar. Terão algumas coisas diferentes, mas aquele encontro das pessoas não vai mudar! A história da humanidade diz que depois de grandes períodos impactantes como vivemos vem mudanças. Depois da peste bubônica tivemos o renascimento, depois da gripe espanhola tivemos os anos 20, com toda a revolução de moda e comportamento… Então depois dessa pandemia teremos uma ressignificação de valores com grandes eventos e se você quer economizar a hora de fechar é agora. O ingrediente base desse setor é o encontro e esta é uma necessidade humana que é absolutamente insaciável e é o core das Casas Sion Festas.” Completa Michel Abou que além de empresário é ator de novelas globais e na Record TV e também é músico da banda Abou e Os Caras Da Terra.
Com dezenas de funcionários parados e prejudicados pela pandemia, ele afirma que casas de festas e eventos foram duplamente afetados pela pandemia e já deveriam estar funcionando com restrições similares a restaurantes, evitando assim festas perigosas e clandestinas.
“Os impostos estão chegando, mas estamos fechados e sem poder trabalhar. Ao meu ver, nem deveriam ser cobrados pois não temos receita. Já abri mão de várias festas de pequeno porte por não poder fazer nenhum tipo de evento e ir contra a lei. O que se observa são festas clandestinas sem nenhuma estrutura, saída de emergência e perigosas acontecendo, justamente por fecharem os lugares adequados para as comemorações inevitáveis. É um absurdo e falta de respeito com os empresários”, completa.
“A Lei Federal Aldir Blanc, número 14.017, de 29 de junho de 2020, prevê que o município preste auxílio emergencial ao setor cultural durante o estado de calamidade, com o intuito de dar apoio ao setor, no entanto, o que se observa é que, além de não podermos voltar ao trabalho, esse benefício do auxílio financeiro também foi negado à categoria que atua com eventos e festas particulares”, comenta.
O empresário Michel Abou, ainda lembra que "a Constituição Federal determina que deve existir uma relação de paralelismo entre as disposições dos Estados e Municípios, em seu artigo 5, inciso XXXVI. Que está diretamente ligado aos direitos e garantias fundamentais. A segurança jurídica tem como objetivo proteger e preservar, como medida de justiça as expectativas das pessoas, assegurando e garantindo direitos expressos na Lei Federal 9.784/99 em seu artigo 2.”

Michel Abou Abdallah, empresário dono da Casa Sion Festas. Foto: Divulgação / MF Press Global

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