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Quinta-feira, 24 de Setembro 2026
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Nova lei institui protocolo de atendimento a vítimas de violência física e sexual

Legislação sancionada nesta quarta-feira define regras para acolhimento imediato, exames e treinamento de equipes na rede pública.

Redação
Por Redação
Nova lei institui protocolo de atendimento a vítimas de violência física e sexual
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Foi sancionada nesta quarta-feira (23) uma nova legislação que institui um protocolo nacional de atendimento a vítimas de violência física e sexual no país.

A norma estabelece diretrizes claras para a atuação integrada das autoridades.

O texto determina que o primeiro acolhimento seja feito por agentes de segurança pública.

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Eles devem assegurar o encaminhamento imediato da vítima à unidade pública de saúde.

Além disso, a medida exige o registro formal da ocorrência e capacitação contínua.

Diretrizes e treinamentos

A iniciativa prioriza a realização de treinamentos específicos e periódicos.

O foco é capacitar equipes de saúde e segurança para evitar a revitimização.

O chamado Protocolo Intersetorial orienta autoridades em casos envolvendo mulheres, crianças, adolescentes e pessoas vulneráveis.

Nos locais sem órgão de perícia oficial criminal, o laudo poderá ser feito por perito nomeado.

A Lei nº 15.516 atualiza regras anteriores e amplia garantias do SUS.

  • Atendimento médico imediato para avaliação clínica e emocional;
  • Informação clara sobre direitos, exames e apoio psicológico;
  • Preservação rigorosa de vestígios para exames médico-legais;
  • Deslocamento do perito caso a vítima esteja impossibilitada de se locomover;
  • Salas reservadas nas delegacias e hospitais para acolhimento multidisciplinar.
  • Salas reservadas nas delegacias e hospitais para acolhimento multidisciplinar.

O laudo pericial deve ser concluído e enviado à polícia em até dez dias corridos.

O Conselho Tutelar precisa ser acionado imediatamente em casos com menores de idade.

O descumprimento das regras que gere revitimização pode configurar crime de violência institucional.

FONTE/CRÉDITOS: Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil 

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