O agronegócio brasileiro conquistou recentemente novas oportunidades comerciais internacionais após a conclusão de negociações sanitárias estratégicas conduzidas pelo governo federal.
Com as novas tratativas, Bangladesh passou a aceitar material genético bovino e bubalino. A Colômbia, por sua vez, autorizou a aquisição de itens voltados para animais de estimação.
As liberações foram oficializadas em conjunto pelos ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE).
Essa marca eleva para 721 o volume total de aberturas de mercado obtidas pelo setor externo do Brasil desde o início de 2023.
Detalhes dos acordos comerciais
No caso de Bangladesh, as autoridades locais permitiram o ingresso de embriões bovinos e bubalinos gerados por métodos variados de reprodução.
Também foram liberados sêmens bovinos e animais vivos focados no aprimoramento genético dos rebanhos daquela nação asiática.
Em 2025, os parceiros asiáticos compraram mais de US$ 2,66 bilhões em gêneros agropecuários do Brasil, com destaque para soja, derivados e itens têxteis.
Já a Colômbia viabilizou a importação de comércios alimentícios para pets, abrangendo petiscos mastigáveis desidratados de origem suína e bovina.
As compras colombianas do setor ultrapassaram US$ 873 milhões no mesmo período, concentrando-se em café e artigos florestais.
Expansão e diversificação
Essas ações fazem parte do plano oficial para fortalecer a presença de mercadorias nacionais no exterior e diversificar destinos comerciais.
A condução é realizada em parceria com a Câmara de Comércio Exterior (Camex), buscando mitigar impactos externos e ampliar fronteiras.

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