A democracia é vivenciada desde cedo por um público mirim que acompanhou mães, pais e responsáveis às seções eleitorais durante o pleito. Embora o voto seja facultativo apenas a partir dos 16 anos, crianças de várias idades marcaram presença para observar o funcionamento das urnas na prática em Brasília.
A publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho e o pet da família ao Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte. O grupo testemunhou a escolha do presidente que comandará o Brasil no ciclo de 2027 a 2030.
Vinda de Goiânia quatro anos antes, Polyana votou pela primeira vez na capital federal e fez questão de incluir o garoto no processo. Para ela, participar do momento reforça a construção de um futuro positivo.
A companheira Luísa destacou que repassa ao menino o legado recebido de sua família. Ela ressalta que o exercício do voto é vital para evitar reclamações futuras sem a devida participação cívica da sociedade.
Direitos das mulheres e futuras gerações
Com o e-título no celular, a analista Elizabete Queiroz Gomes levou as filhas Emanuelle e Luna ao Varjão. Ela defende o ensino precoce sobre o direito ao sufrágio, lembrando a conquista histórica do voto feminino no país em 1932.
Na mesma região, Siomara Chao, de 59 anos, levou o neto Iyaz, de 4 anos, motivada pelo patriotismo. Apoiada pelo marido Plínio, ela reforçou que o voto visa garantir progresso e segurança para os doze netos da família.
Já o pai Nilsemar Ferreira levou o pequeno Arcanjo Miguel, de 7 anos, para iniciar o contato com o universo político. O objetivo central da família é buscar um país com mais educação e segurança pública.

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