A presença de cupins em residências e condomínios tem aumentado a preocupação de moradores e administradores devido aos danos estruturais provocados de forma silenciosa. Especialistas alertam que alguns hábitos do dia a dia podem contribuir para a proliferação dos insetos sem que o problema seja percebido nos estágios iniciais.
Entre os cuidados recomendados está evitar que móveis fiquem totalmente encostados nas paredes, especialmente em ambientes com pouca ventilação e maior concentração de umidade. Uma publicação do portal UAI também destaca situações domésticas que favorecem o surgimento de colônias dentro dos imóveis.
Os impactos da infestação vão além de móveis e objetos. Em casos mais severos, estruturas históricas também podem ser afetadas, como mostrou reportagem sobre uma igreja de quase 300 anos atingida por cupins, traças e mofo.
Além disso, especialistas alertam para o período conhecido como revoada, quando os insetos alados saem para formar novas colônias, aumentando o risco de infestação em imóveis.
De acordo com Diógenes Renato, diretor técnico e especialista em controle de pragas urbanas da Desentupidora e Dedetizadora Suporte, que atua em São Paulo (SP), determinados indicativos podem revelar a ocorrência de infestação já nos primeiros estágios.
“Os primeiros sinais costumam ser o pó granulado perto de móveis de madeira. Esse pó tem a cor da madeira atacada. Moradores também encontram asas soltas perto de janelas ou lâmpadas na época de revoada. Bater na madeira e ouvir um som oco também indica a presença dos insetos”, afirma.
De acordo com o profissional, os cupins costumam atacar estruturas compostas por celulose, como batentes de portas, armários embutidos, rodapés e pisos de madeira.
“Os cupins de solo chegam a destruir fiações elétricas e cabos de rede enquanto constroem túneis pelas alvenarias. Prédios com telhados apoiados em vigas de madeira sofrem danos severos na sustentação”, explica Diógenes Renato.
Ele também destaca os impactos financeiros causados pela demora na identificação do problema. “O dano financeiro varia conforme o tempo de colonização. Um grupo maduro destrói móveis planejados inteiros. Casos avançados exigem substituição de vigas de sustentação e reparos estruturais, além de possíveis danos em conduítes elétricos”, relata.
Segundo Diógenes Renato, a rapidez na identificação da infestação é um dos fatores mais importantes para evitar danos maiores em móveis, estruturas e instalações internas dos imóveis.
Nos condomínios, o controle coletivo também é considerado importante para evitar a disseminação entre diferentes unidades.
“A infestação em uma unidade de apartamento afeta os vizinhos diretos. Os cupins transitam por tubulações e passagens de fiação. O tratamento isolado em apenas um apartamento transfere a praga para a residência ao lado”, acentua.
Para o especialista da Desentupidora e Dedetizadora Suporte, agir nos primeiros sinais é fundamental para evitar que os danos avancem silenciosamente pela estrutura do imóvel.
“A contratação deve ocorrer na primeira suspeita. Ver pó ou asas pelo chão já indica que a praga está instalada. Esperar aumenta a destruição da mobília e da estrutura”, recomenda.
Para saber mais, basta acessar: https://www.desentupidorasuporte.com.br/dedetizadora-sp
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