O comércio varejista de Goiás registrou crescimento de 1,9% em fevereiro de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal.
Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa a terceira alta consecutiva do setor e o melhor desempenho dos últimos cinco meses.
Na comparação com fevereiro de 2025, o avanço foi ainda mais expressivo, com crescimento de 3%, superando a média nacional, que registrou alta de 0,2% no mesmo período.
No acumulado do ano, o comércio varejista goiano apresenta expansão de 3,4%. Já no acumulado em 12 meses, o crescimento é de 1,5%, ambos acima da média brasileira.
“O crescimento do varejo em Goiás reflete um ambiente econômico mais dinâmico e favorável, resultado de uma gestão que prioriza planejamento, responsabilidade fiscal e estímulo à atividade produtiva. Esses números mostram que o Estado tem criado condições para que o consumo avance de forma consistente, com impacto direto na geração de empregos e renda para a população”, destacou o secretário-geral de Governo, Gean Carvalho.
“O desempenho do comércio varejista em Goiás reforça a solidez da economia estadual e a confiança do consumidor. Temos avançado com políticas públicas que fortalecem o setor produtivo, estimulam o consumo e criam um ambiente cada vez mais favorável para os negócios e para a geração de empregos”, destacou o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho.
Maiores avanços
Entre os segmentos que mais contribuíram para o resultado positivo destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que registrou alta de 19% na comparação interanual, o maior crescimento em mais de 17 anos.
Outro destaque foi o grupo de hipermercados e supermercados, com avanço de 2,4%, desempenhando papel relevante na sustentação do resultado do varejo.
Também apresentaram desempenho positivo os segmentos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com crescimento de 5,6%. Além de móveis, com alta de 4,6%; e o grupo de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que avançou 2,1%.
No cenário nacional, o desempenho de Goiás em fevereiro colocou o estado na sexta posição entre as unidades da Federação, atrás de Paraná (2,9%), Bahia (2,7%), Minas Gerais (2,5%), Paraíba (2,4%) e Alagoas (2%), reforçando a competitividade do comércio varejista goiano.

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