O mercado corporativo passa por uma transformação profunda na forma como avalia o valor real de uma companhia. Se nas décadas passadas o patrimônio líquido de uma empresa era medido principalmente por seus ativos físicos — como imóveis, maquinários e frotas —, hoje a percepção pública, a confiança e a força da marca ocupam o papel central nos balanços financeiros.
Um estudo global da consultoria Ocean Tomo indica que os ativos intangíveis representam atualmente cerca de 92% do valor de mercado das companhias que compõem o índice S&P 500. O dado revela uma inversão econômica drástica na comparação com 1975, época em que os ativos físicos dominavam as avaliações com uma fatia de 83%, restando apenas 17% aos intangíveis.
Diante deste cenário, a reputação corporativa migrou definitivamente do escopo exclusivo das assessorias de comunicação e do marketing para se tornar prioridade máxima nas mesas de conselhos de administração, diretores financeiros (CFOs) e gestores de risco. Com a velocidade das redes sociais e a cobrança crescente por práticas transparentes de governança e sustentabilidade (ESG), um ruído de imagem mal gerenciado tem o potencial de destruir milhões em valor de mercado em poucas horas.
O desafio da mensuração de dados
O maior obstáculo para a liderança das grandes empresas sempre foi como medir e quantificar de forma exata algo que, por definição, não se pode tocar. Como traduzir menções em redes sociais, notícias de portais de imprensa e oscilações no sentimento do consumidor em números que justifiquem a tomada de decisões financeiras?
A resposta para essa lacuna de gestão tem sido o uso de ferramentas de inteligência de mídia e análise preditiva. No mercado da América Latina, a Knewin lidera essa transição ao oferecer soluções tecnológicas que processam milhões de dados diários para gerar relatórios estruturados de reputação e presença de marca.
"A reputação não é mais uma métrica abstrata, ela é um componente ativo do valuation das companhias. Hoje, as organizações mais maduras do mercado monitoram o 'sentimento' do público e do ecossistema de negócios com o mesmo rigor técnico com que acompanham o fluxo de caixa", afirma Fabiano Beppler, Co-fundador e CTO da Knewin. "A tecnologia aplicada à inteligência de dados funciona como um escudo defensivo, permitindo que os gestores detectem variações anômalas de sentimento e corrijam rotas antes que um boato ou descontentamento pontual se converta em uma crise financeira real."
Antecipação de cenários e Share of Voice
Para além do gerenciamento de crises de curto prazo, o monitoramento sistemático de mídia atua como uma bússola de mercado. Ao avaliar o chamado Share of Voice — a fatia de presença na mídia de uma marca em comparação com seus concorrentes —, diretores de marketing e produto conseguem identificar lacunas de mercado e oportunidades de novos investimentos.
À medida que o mercado de capitais no Brasil se torna cada vez mais sensível à governança corporativa, as ferramentas de dados integradas passam a dar o suporte necessário para que investidores e conselheiros de administração tenham clareza sobre o nível de exposição e o valor reputacional das marcas investidas. O futuro da governança, afirmam especialistas, pertence às empresas que sabem ler o sentimento do mercado antes que ele se torne um fato consumado no balanço.
Sobre a Knewin
Fundada em 2011, a Knewin é uma empresa de tecnologia e conta com um ecossistema completo para gestão de reputação empresarial, com soluções para monitoramento de mídia, gestão de reputação, benchmarking competitivo, tendências do setor, gestão de crise, PR estratégico e divulgação de notícias. Com a maior cobertura de conteúdo jornalístico da América Latina, a empresa avança agora para uma nova era com o Knewin AI, ampliando o uso de inteligência artificial para apoiar decisões estratégicas com mais precisão, contexto e maior velocidade.
Para mais informações, basta acessar: www.knewin.com.
In house: marketing@knewin.com

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