Seguindo o calendário de comemoração dos 119 anos de Anápolis, a Administração Municipal inaugurou na manhã desta quarta-feira (15), a nova sede do Cadastro Único, localizada na Rua General Joaquim Inácio, nº 206, no Setor Central, ao lado do Terminal Urbano de Anápolis. A mudança tem como objetivo oferecer um espaço mais adequado para o atendimento à população, proporcionando mais conforto, acessibilidade e melhores condições para a prestação dos serviços.
São 12 cadastradores atendendo diariamente, a capacidade de atendimento ao público diário é de 200 pessoas por dia com maior comodidade e facilidade de mobilidade – já que está localizado em uma região estratégica do município. A unidade, que conta com 100 cadeiras para receber a população, funcionará, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 17h.
“Imagina uma pessoa sair lá do Munir Calixto para se deslocar até o shopping? Ou dificultava na mobilidade ou teria que pagar pelo estacionamento”, explica o prefeito Márcio Corrêa durante a solenidade.
Na nova unidade, a população poderá realizar inscrições, atualização cadastral e demais serviços relacionados ao Cadastro Único. O novo espaço também permitirá mais agilidade no atendimento e melhores condições de acolhimento aos usuários, facilitando o acesso aos serviços oferecidos.
O Cadastro Único é a principal ferramenta do Governo Federal para identificar e caracterizar as famílias de baixa renda do país. As informações registradas no sistema são utilizadas para a seleção e inclusão de beneficiários em diversos programas sociais, como o Bolsa Família, a Tarifa Social de Energia Elétrica e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de outras políticas públicas voltadas à promoção da inclusão social.
Atendimentos domiciliares
Conforme levantamento da Secretaria de Assistência e Políticas Sociais, em 2024 eram realizados uma média mensal de 30 atendimentos domiciliares de pessoas que residem sozinhos – como idosos, deficientes. Em 2026, esse número saltou para 560 visitas domiciliares mensais – um aumento de 1.775%. Ao distanciar da frieza dos números, o compasso de espera de pessoas de extrema vulnerabilidade social, saiu de 9 meses para 3 dias.

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