Revista Viver Goiás

Coleta Seletiva será implementada em Senador Canedo

A Prefeitura será responsável por recolher e direcionar estes para empresas ou cooperativas de reciclagem.

Consciente da necessidade da preservação ambiental, Senador Canedo estuda a estruturação do Projeto de Coleta Seletiva, que está em fase final. Elaborado pela Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), em parceria com o Ministério Público, com estudos realizados por uma empresa especializada contratada para garantir que a iniciativa preserve a limpeza da cidade, o não lançamento de resíduos ao meio ambiente, e consequentemente o aumento da vida útil do Aterro Sanitário.
Para garantir a eficiência e facilitar o recolhimento de resíduos, serão instalados Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), para que a população deposite os materiais recicláveis. A Prefeitura será responsável por recolher e direcionar estes para empresas ou cooperativas de reciclagem. O diretor da fiscalização ambiental da AMMA, Adriano Barcelos, afirma que a coleta seletiva de lixo é a melhor forma para destinar os resíduos adequadamente. “A produção de lixo é inevitável, e implantar um sistema de coleta seletiva é extremamente importante. Essa proposta será excelente para trabalhar a conscientização ambiental e o melhor destino aos recicláveis”, explica.

Funcionalidade ambiental e impacto social

O projeto piloto será implantado inicialmente em três bairros da Região Central: Conjunto Morada do Morro, Jardim Canedo e Conjunto Sabiá. “Depois que efetivarmos nesses locais, ampliaremos a iniciativa para todo o município, trazendo a garantia de uma cidade limpa e sustentável”, acrescenta Adriano. A atividade é regulamentada pela lei 2.147/2018, que estrutura o Plano de Coleta Seletiva do Município, estabelecido em 2017, que define critérios para a preservação ambiental e diminuição da poluição do solo e dos rios, a fim de proteger os recursos naturais.

Parte da estrutura necessária para a instalação da Coleta Seletiva foi construída por meio do TAC (Termo de Compromisso, Responsabilidade e Ajustamento de Conduta), em parceria com o Ministério Público, que possibilitou a construção do galpão para triagem dos resíduos e também as PEVS.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê a não geração de resíduos sólidos e, quando gerados, a disposição final ambientalmente adequada. A legislação também estabelece e possibilita pela Coleta Seletiva a integração e emancipação econômica dos catadores de materiais reutilizáveis, um fator de geração de emprego e renda, que impacta a vida de milhares de moradores. “O serviço que muitos fazem de forma arriscada, e que em grande parte não é valorizado, torna-se um caminho para tirada da miséria de muitos, e a transformação de centena de famílias”, finaliza Barcelos.

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Coleta Seletiva será implementada em Senador Canedo

Consciente da necessidade da preservação ambiental, Senador Canedo estuda a estruturação do Projeto de Coleta Seletiva, que está em fase final. Elaborado pela Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), em parceria com o Ministério Público, com estudos realizados por uma empresa especializada contratada para garantir que a iniciativa preserve a limpeza da cidade, o não lançamento de resíduos ao meio ambiente, e consequentemente o aumento da vida útil do Aterro Sanitário.
Para garantir a eficiência e facilitar o recolhimento de resíduos, serão instalados Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), para que a população deposite os materiais recicláveis. A Prefeitura será responsável por recolher e direcionar estes para empresas ou cooperativas de reciclagem. O diretor da fiscalização ambiental da AMMA, Adriano Barcelos, afirma que a coleta seletiva de lixo é a melhor forma para destinar os resíduos adequadamente. “A produção de lixo é inevitável, e implantar um sistema de coleta seletiva é extremamente importante. Essa proposta será excelente para trabalhar a conscientização ambiental e o melhor destino aos recicláveis”, explica.

Funcionalidade ambiental e impacto social

O projeto piloto será implantado inicialmente em três bairros da Região Central: Conjunto Morada do Morro, Jardim Canedo e Conjunto Sabiá. “Depois que efetivarmos nesses locais, ampliaremos a iniciativa para todo o município, trazendo a garantia de uma cidade limpa e sustentável”, acrescenta Adriano. A atividade é regulamentada pela lei 2.147/2018, que estrutura o Plano de Coleta Seletiva do Município, estabelecido em 2017, que define critérios para a preservação ambiental e diminuição da poluição do solo e dos rios, a fim de proteger os recursos naturais.

Parte da estrutura necessária para a instalação da Coleta Seletiva foi construída por meio do TAC (Termo de Compromisso, Responsabilidade e Ajustamento de Conduta), em parceria com o Ministério Público, que possibilitou a construção do galpão para triagem dos resíduos e também as PEVS.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê a não geração de resíduos sólidos e, quando gerados, a disposição final ambientalmente adequada. A legislação também estabelece e possibilita pela Coleta Seletiva a integração e emancipação econômica dos catadores de materiais reutilizáveis, um fator de geração de emprego e renda, que impacta a vida de milhares de moradores. “O serviço que muitos fazem de forma arriscada, e que em grande parte não é valorizado, torna-se um caminho para tirada da miséria de muitos, e a transformação de centena de famílias”, finaliza Barcelos.

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